Is it real?


Is it real?

O que fazer quando simplesmente sentimos saudade daquilo que ainda não vivemos? Saudade daquilo que é apenas vivido em pensamentos e em sonhos, mas ao abrir dos olhos, nada aconteceu. Por esses dias foi exatamente assim que me senti, uma saudade boa de sentir, e ao mesmo tempo ruim, sentimentos múltiplos, totalmente louco isso. Uma alegria e um aperto no peito no mesmo momento, tristeza e alegria. Tudo que eu mais queria no momento em que senti isso era um abraço, um abraço do meu namorado, só dele. Só ele poderia curar essa saudade, e me dar mais alegria.
As vezes tudo o que estou vivendo parece um sonho, que quando amanhecer e eu abrir os olhos, a minha realidade voltará, mas quando eu acordo pela manhã, vejo que ainda estou sonhando, e essa sensação com certeza é inexplicável. E sabe quando irei acabar com essa saudade? Quando deixar de ser vivida nos meus sonhos, e começar e viver ela na minha realidade, ao lado dele, só dele, e ouvir ele dizendo baixinho olhando em meus olhos "Sim, isso é verdade".

8 comentários:

Cristina Moura disse...

E quando isso acontecer quero que saiba que vou ficar muito feliz por vocês dois, mesmo não conhecendo você pessoalmente quero que seja mt feliz;*

Bell Souza disse...

Os sonhos.... *na torcida* beijos

@ anacarolinacorrêa disse...

que lindo. *-*
Seguindo seu blog :D

A! disse...

A verdade é que você nunca deixará de sentir falta do que nunca existiu. Quando estiver com ele, sentirá falta de outras coisas que o envolvem. A questão é que ninguém NUNCA está satisfeito :D

menina ree. disse...

Torcendo pro seu dia chegar logo! Verás o quanto o real parece ainda um sonho, mesmo estando diante dos seus olhos *-*

Jaqueline Jesus disse...

concordo com a "menina ree."
o real parece mais ainda com um sonho *-*
é bom sonhar, mas acordar e ver que a realidade está igual aos nossos sonhos é inexplicável msm.
Tomara que vire real logo (yn
beijooos

. disse...

já senti isso tudo inumeras vezes :/

Nathy disse...

Eu sei bem o que é isso. Tenho essa saudade constantemente. E não é de nenhuma pessoa especifica, e sim de momentos, épocas, que não vivi.

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